BOLETIM Nº 05

Brasil Real

Ano 1 BOLETIM INFORMATIVO DO CÍRCULO MONÁRQUICO DE BELO HORIZONTE Nº 05 AGOSTO/2010

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O III ENCONTRO MONÁRQUICO DE MINAS GERAIS

O Círculo Monárquico de Belo Horizonte promoveu em 13 e 14 de agosto último o III Encontro Monárquico de Minas Gerais. O ponto alto da programação do dia 13 foi a homenagem à Princesa Isabel na Capela de Nossa Senhora Aparecida, do Serviço de Informação Mariana – SIM, em Nova Lima, no condomínio Residencial Vila d’El Rey. A celebração de missa - seguida da inauguração do Memorial da Princesa Isabel após o que foi servido um chá aos presentes - contou com a presença de Suas Altezas, as Princesas Dona  Amélia de Fátima e Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança, trinetas da homenageada.

Após o desembarque no Aeroporto de Confins, de manhã, as princesas foram levadas a visitar a Igreja de  São Francisco de Assis, na Pampulha e na sequência visitaram a Matriz de Nossa Senhora da Conceição e o  Museu do Ouro, em Sabará. Almoçaram em Belo Horizonte, no Liberty Palace Hotel, de onde sairam às 16  horas, em carreata, com destino a Nova Lima. Retornaram ao Rio de Janeiro no vôo das 22 horas.

A programação do dia 14 transcorreu no Salão Di Cavalcanti, do Liberty Palace Hotel, onde foram abertos  os trabalhos às 9 horas, pelas Diretorias do Círculo Monárquico de Belo Horizonte e do Instituto de Defesa  da História do Brasil, seguidos de recepção ao bisneto da Princesa Isabel, Príncipe Dom Bertrand de Orleans  e Bragança.

O Grupo de Moçambique, Nossa Senhora do Rosário, representando as entidades culturais da Comunidade Negra de Minas Gerais, prestou homenagem à Princesa Isabel, numa extraordinária e expressiva  apresentação do Congado.

ESTE MÊS III EMMG........................................................ pág.2
Perguntas e Respostas..................................................... pág 3
Notícias da Monarquia no Brasil e no Exterior.......................pág.4

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Na sequência, Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, fez uso da palavra dirigindo-se aos presentes sobre o tema O que é Monarquia?, abordando fatos históricos do Regime Imperial e de seus Imperadores, Dom Pedro I e Dom Pedro II.

Na reabertura dos trabalhos após o almoço, Dom Bertrand acolheu o grande interesse do público presente,  respondendo perguntas e comentando as perspectivas do Brasil nos cenários doméstico e internacional nos  anos vindouros, esclarecendo também sobre como a Família Imperial Brasileira acompanha os fatos políticos  e econômicos da vida nacional. Ele demonstrou, de maneira convincente, como os herdeiros do trono  brasileiro se manteem preparados para assumir o Poder Moderador do Estado Brasileiro quando a Nação  assim o desejar. Impressionou a todos pela segurança com que aborda e responde questões da mais variada gama de conhecimentos gerais.
Em seguida foi lida uma Mensagem aos Brasileiros, de cunho de Suas Altezas, Princesa Dona Amélia de Fátima de Orleans e Bragança e Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança, em nome da ala  jovem da Família Imperial Brasileira.
Após isto houve um concerto de Música Barroca, executado pelos maestros Handel Cecílio (orgão) e João  Carlos Rosolini (flauta barroca).
O conclave terminou às 17 horas com o público convidado para um Chá de Confraternização, servido no saguão do hotel.

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PERGUNTAS E RESPOSTAS

QUAL A MELHOR FORMA DE  GOVERNO ?

NECESSIDADE DAS  SOCIEDADES E DOS GOVERNOS

- É indispensável que haja governo entre os homens?
Sim, é decorrência da própria  natureza humana que os homens  vivam em sociedade e que uns  sejam governados pelos outros.

PORQUE OS HOMENS VIVEM EM SOCIEDADE?

Porque assim o exigem suas próprias necessidades. São  Tomás de Aquino explica que a natureza dotou os animais de pelos, de couro ou de escamas para sua proteção; dotou-os de defesas – unhas, dentes, chifres – contra seus inimigos; ou pelo menos deu-lhes velocidade, para fugirem deles.
O homem não dispõe desses recursos, mas dispõe da razão e das mãos. Fazendo uso da razão, consegue com as mãos suprir as necessidades. Mas, dada a amplitude e o número dessas necessidades, não basta um só homem, ou mesmo um pequeno grupo de homens. É, pois, natural ao homem viver em sociedade, e em sociedade numerosa.
Ademais, os animais conhecem, por instinto, aquilo que lhes é útil e nocivo; a ovelha naturalmente vê no lobo um inimigo, certos animais conhecem as ervas medicinais que lhes convêm etc.
Essas coisas necessárias, o homem só na vida em comum as aprende. É verdade que, fazendo uso da razão, muita coisa ele pode aprender por si. Mas é impossível adquirir de tal forma todos os conhecimentos indispensáveis para a vida. Por esse motivo, devem os homens viver em sociedade, ajudando-se mutuamente. O fenômeno da palavra – próprio ao homem – permite comunicar totalmente o pensamento. Os animais podem comunicar suas paixões de formas diversas (por exemplo, o cão exprime a sua raiva latindo), mas o dom da palavra inclina especialmente o homem ao convívio de seus semelhantes.

NÃO SERIA POSSÍVEL UMA SOCIEDADE HUMANA SEM GOVERNO?

Seria impossível São Tomás explica que, sendo muitos os homens, e preocupando-se cada um do que lhe convém, a multidão se desintegraria se não houvesse alguém com a preocupação de cuidar do bem comum, assim como se desintegraria um corpo se não
houvesse nele uma força coordenadora de todos os seus membros.
Em todas as coisas que se destinam a um fim e que podem preceder de modos diversos, é necessário um dirigente que as conduza a seu destino. Por exemplo, um veleiro só chega ao destino – ou seja, o porto desejado – se o respectivo capitão o conduz, em meio a ventos que sopram em direções diversas. O homem, como ser racional, tem um fim rumo ao qual ordena sua vida e suas atividades. Mas os diversos homens tendem de modos diferentes ao fim a que se propõem, e manifestam essa diversidade nas respectivas obras. Daí necessitar a sociedade de um governo. .

A NECESSIDADE DE GOVERNOS NÃO DECORRE EXCLUSIVAMENTE DA NATUREZA CORROMPIDA DO HOMEM?

Decorre da vontade e da sabedoria de Deus, que assim dispôs as coisas ao criá-las. Após
o Pecado Original, a autoridade é indispensável para corrigir as más inclinações dos homens, para fazê-los evitar o mal e praticar o bem. Ela tem, pois, uma função coercitiva e punitiva.
Entretando, ainda que não tivesse havido Pecado Original, no estado de inocência os homens seriam desiguais, e uns seriam governados por outros. A existência de autoridades, longe de ser um mal, é uma das perfeições postas por Deus em toda a sua obra.

MAS SE TODOS OS HOMENS PROCURAREM RETAMENTE O QUE É DO SEU PRÓPRIO BEM, POR QUE SERÁ PRECISO ALGUÉM MANDAR EM TODOS?

Ensina São Tomás que o bem comum e o bem particular de uma pessoa “não diferem somente como o muito do pouco, mas por uma diferença formal”. O bem individual divide, o bem comum une, o primeiro tem uma força centrífuga, o segundo centrípeta.
Assim, até mesmo quando o bem comum de uma sociedade é legítimo e igualmente são
legítimos os bens dos indivíduos que compõem aquela sociedade, pode haver oposição entre estes e aquele. Ainda que os homens fossem perfeitos, seria preciso haver governo, pois cada qual cuidaria do que é seu – e nisso não andaria mal, note-se – antes de pensar no bem comum.

Fonte: SANTOS, Armando Alexandre. – Parlamentarismo, sim! Mas à Brasileira: com
Monarca e com Poder Moderador eficaz e paternal. São Paulo: Edição de Artpress, 1992.

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De toalha, Puyol recebe aplausos da rainha da Espanha
08 de julho de 2010 • 17h52 • atualizado às 19h00
esportes.terra.com.br/futebol/copa/2010/notic...
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Notícia
Puyol apareceu de toalha no vestiário e pegou a rainha Sofia de surpresa
Foto: EFE
A comemoração da Espanha pela classificação inédita à final da Copa do Mundo, após a vitória por 1 a 0 sobre a Alemanha na última quarta-feira, teve uma cena bastante inusitada. A rainha Sofia, esposa grega do rei espanhol Juan Carlos I, foi ao vestiário do Estádio Moses Mabhida parabenizar os jogadores - e foi surpreendida pela aparição do zagueiro Puyol só de toalha.
Depois de ser aplaudida pelos atletas e pela comissão técnica, a rainha percorreu o vestiário cumprimentando os jogadores um a um. Foi então que Puyol saiu do chuveiro. O zagueiro também foi cumprimentado por Sofia, que manteve a compostura e aplaudiu o jogador do Barcelona.
 Autor do gol de cabeça que eliminou os alemães, Puyol foi o herói da vitória espanhola na semifinal.

Folha de S. Paulo, sábado, 10 de julho de 2010

Mônica Bergamo

A top número dois

A modelo russa Sasha Pivovarova, 25, segunda colocada no ranking do site Models.com, veio ao Brasil fotografar para a grife de sapatos Santa Lolla, em SP.
E conversou com a coluna:
Acompanha a política?
Claro. E acho que a monarquia seria muito melhor para a Rússia. Os monarcas passam a vida lutando pelo povo e pela nação. E agora parece que os políticos não amam o seu país

LINHA EDITORIAL DO BOLETIM DO CMBH “BRASIL REAL”:

A linha de conduta seguida pelo CMBH em suas comunicações evita críticas às pessoas, concentrando-as ao regime republicano, causa maior das insatisfações.
Vive-se um momento em que a freqüência de críticas às pessoas do Governo é muito intensa. Todos criticam, mas quase ninguém propõe soluções.
A causa da Monarquia-Parlamentar não pode se apoiar em lugar comum. Os registros deixados pela história republicana demonstram que as causas atuais da insatisfação sempre existiram no regime. Falta a esse regime a Moral Monárquica e esta é só disponível através de um Quarto Poder descomprometido com o materialismo, especialmente por ser vitalício e hereditário. Para tanto, não bastaria o Parlamentarismo, é preciso que o regime seja o Monárquico-Parlamentar.

E X P E D I E N T E

"Brasil Real" - Boletim Informativo do Círculo Monárquico de Belo Horizonte
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